TESTE RONDA – RESUMO INTERCEPTADO
RIO DE JANEIRO – Uma megaoperação da Polícia Militar do Rio de Janeiro realizada nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, no Complexo da Maré, Zona Norte da cidade, resultou em pelo menos um morto, 14 baleados e oito suspeitos presos. A ação, voltada contra a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), mobilizou cerca de 200 policiais militares, sete veículos blindados (caveirões) e apoio aéreo. O intenso confronto armado causou pânico na região, interrompeu serviços públicos.
De acordo com os jornais G1 e Maré de Notícias, o tiroteio teve início por volta de 1h da manhã. A incursão policial surpreendeu a comunidade em um momento em que as ruas ainda estavam movimentadas devido às celebrações de São Cosme e Damião, tradicionais pela distribuição de doces a crianças, e ao encerramento de uma parada LGBT na Vila do João.
O saldo de violência na região foi severo. Entre as 14 pessoas alvejadas no confronto, destaca-se uma criança de 12 anos atingida de raspão na cabeça (posteriormente transferida para o Hospital Estadual Getúlio Vargas) e um adolescente de 15 anos. Um policial militar também foi baleado no braço e levado ao Hospital Central da corporação.
Os demais feridos civis foram encaminhados ao Hospital Federal de Bonsucesso. Segundo investigações preliminares informadas pela PM, o homem que faleceu era apontado como integrante do grupo criminoso.
A Polícia Militar, por meio de batalhões especializados como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), o Choque (BPChq) e o de Ações com Cães (BAC), atuou fortemente nas comunidades do Morro do Timbau, Baixa do Sapateiro e Vila do João. Conforme balanço oficial divulgado pela CNN Brasil, foram apreendidos:
- 12 fuzis
- 5 pistolas
- 10 granadas
- 62 kg de maconha e cargas de cocaína
O Major Maicon Pereira explicou em entrevista que a inteligência da polícia identificou que criminosos do Complexo de Israel haviam se deslocado para a Maré no fim de semana para confraternizar, o que possibilitou flagrar os suspeitos portando armas de guerra.
Como reflexo direto da insegurança coletiva e dos bloqueios em vias internas, a Prefeitura do Rio informou que 41 escolas municipais suspenderam as aulas, afetando milhares de estudantes. Na área da saúde, quatro postos de atendimento médico primário interromperam o funcionamento ao longo do dia para garantir a integridade dos funcionários e pacientes.
Até o início desta tarde, o clima na região continuava tenso, embora a PM afirmasse ter estabilizado o terreno para buscas minuciosas.























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