Sinais de violência psicológica contra mulheres são destacados em Aracaju

Sinais de violência psicológica contra mulheres são destacados em Aracaju

TESTE RONDA – RESUMO INTERCEPTADO

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), em comunicado publicado em 5 de outubro de 2026 às 10h37, alertou para sinais de violência psicológica contra a mulher e indicou comportamentos que podem representar controle ou tentativa de isolamento.

A SerMulher explica que o limite entre cuidado e controle está na preservação da autonomia; quando o parceiro passa a determinar rotina, roupas, trabalho, estudos ou acesso ao celular, a situação deve ser observada com atenção.

Entre os exemplos citados estão ciúme excessivo, cobrança constante, exigência de senhas e fiscalização de mensagens e localização, além de críticas repetidas a roupas, amizades e familiares e tentativas de impedir o trabalho ou os estudos.

Esse tipo de violência pode gerar medo, insegurança, culpa e queda da autoestima, mesmo sem deixar marcas físicas, e levar a mudanças de comportamento para evitar reações do parceiro.

A Prefeitura, por meio da SerMulher, realiza ações de informação e prevenção, incluindo a exposição ‘Aracaju por Elas: No Enfrentamento da Violência’, que percorre espaços da cidade para ampliar o debate sobre formas de violência além da agressão física.

O município integra a Rede Lilás, formada por serviços de acolhimento e proteção, e disponibiliza o Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM), que oferece acolhimento psicossocial, orientação jurídica e encaminhamentos conforme cada caso.

Cinco sinais de que o cuidado virou controle:

1. Exigência de saber onde você está o tempo todo, com perguntas que se tornam fiscalização.

2. Afastamento de amizades e familiares, reduzindo a rede de apoio.

3. Decisões impostas sobre roupas, trabalho, estudos, dinheiro e locais frequentados.

4. Medo da reação do parceiro, levando a evitar atitudes ou conversas.

5. Justificar controle como demonstração de amor, transformando restrição em normalidade.

O CRAM é apontado como ponto de apoio para dúvidas e busca de orientação antes que a situação se agrave, com serviços voltados ao acolhimento e encaminhamentos necessários.

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