TESTE RONDA – RESUMO INTERCEPTADO
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro entregaram nesta quinta-feira (22/10/2026) ao Tribunal Superior Eleitoral um termo que autoriza a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de ambos até as 23h59.
O documento foi apresentado por Camilo Santana, coordenador da campanha de Lula, e protocolado no TSE; a análise ficará a cargo do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Além de Santana, compareceram ao tribunal o presidente do PT, Edinho Silva, o secretário‑geral da Presidência, Guilherme Boulos, e a deputada Camila Jara (PT‑MS). Representantes da campanha de Flávio, incluindo a advogada Maria Cláudia Bucchianeri, e o senador eleito Deltan Dalagnol também estiveram no local.
O acordo prevê que as quebras de sigilo alcancem, além dos candidatos, familiares e pessoas jurídicas vinculadas a eles.
As campanhas aceitaram incluir na abertura de sigilos a Alcazar Holdings, empresa de propriedade do advogado Willer Tomaz, apontado pelo candidato do PL como amigo e investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro.
Como contrapartida, Lula concordou com pedidos de Flávio que incluem a quebra de sigilo do ex‑chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), além da divulgação dos gastos com cartões corporativos da Presidência e da agenda da primeira‑dama Janja Lula da Silva.
O embate sobre as quebras teve início no domingo (18/10/2026), após desafio feito durante debate televisivo; na terça (20/10/2026) Lula já havia protocolado uma autorização para a abertura de seus sigilos caso Flávio fizesse o mesmo.
O termo foi protocolado no Tribunal Superior Eleitoral e será analisado pelo ministro André Mendonça, relator do processo.























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