TESTE RONDA – RESUMO INTERCEPTADO
A revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Aracaju tem a participação popular como um dos pilares do processo, segundo o Grupo Gestor; a estratégia foi apresentada em 29/09/2026 e prevê audiências públicas, 48 plantões comunitários, oficinas, reuniões específicas com comunidades tradicionais, reuniões livres e um canal online para envio de contribuições.
Cristiane Ferreira, assistente social da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas) e integrante do Grupo Gestor, ressaltou que a gestão entende ser imprescindível a participação dos moradores na definição das diretrizes para o crescimento da cidade. Para a procuradora do Município e integrante do Grupo Gestor, Taisa Oliveira, o envolvimento da população é essencial para cumprir os princípios de gestão democrática previstos na legislação.
Os plantões comunitários funcionarão como momentos de escuta direta nos bairros, possibilitando que moradores apresentem demandas, sugestões e propostas, que serão sistematizadas e analisadas pela equipe responsável pela revisão. As audiências terão caráter territorial e ocorrerão em equipamentos públicos como escolas e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).
O site do Plano Diretor será um canal permanente para acompanhamento do processo e envio de contribuições, permitindo participação de quem não puder comparecer presencialmente. A comunicação e as ações de mobilização, incluindo atividades do programa Tamo Junto Aracaju, também vão orientar a população sobre o que pode ser apresentado ao PDDU e sobre o alcance da legislação.
O processo prevê escutas específicas para comunidades tradicionais identificadas no município, entre elas comunidades extrativistas, quilombolas, pesqueiras e marisqueiras e comunidades de terreiros, com atenção às particularidades de seus modos de vida e relações com o território. Haverá devolutivas destinadas a mostrar como as contribuições foram analisadas e quais propostas poderão ser incorporadas.
Além dos espaços organizados pela administração, condomínios, associações de moradores, movimentos sociais e outros grupos poderão promover reuniões livres para discutir o Plano Diretor; para que as propostas sejam consideradas, esses encontros devem apresentar ata, lista de participantes e registro das propostas discutidas.
As contribuições recebidas serão sistematizadas e analisadas pela equipe responsável pela revisão, que deverá apresentar retornos à sociedade sobre o tratamento das propostas.























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