População terá participação ampliada na revisão do Plano Diretor

População terá participação ampliada na revisão do Plano Diretor

A prefeita Emília Corrêa participou em 14/08/2026 de reunião sobre a revisão do Plano Diretor de Aracaju, em que foram apresentados avanços e a metodologia de participação popular. O Grupo Gestor informou ações de mobilização nos bairros e a previsão de audiências públicas para ampliar o debate.

A prefeita Emília Corrêa participou na tarde de sexta‑feira, 14 de agosto de 2026, de uma reunião sobre a revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Aracaju.

O Plano Diretor é o principal instrumento de planejamento do município e trata de temas como uso do solo, mobilidade urbana, habitação, preservação ambiental, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

O processo de revisão é conduzido pelo Grupo Gestor da Revisão do Plano Diretor desde o ano passado. Na reunião foram apresentados os avanços dos trabalhos e a metodologia prevista para ampliar a participação da população na construção do novo instrumento.

O Grupo Gestor detalhou estratégias de mobilização, com atuação das equipes nos bairros e diálogo com diferentes segmentos, incluindo comunidades tradicionais, para tornar o processo coletivo e representativo.

A prefeita ressaltou o caráter histórico da revisão, lembrando que a cidade não passa por uma atualização efetiva há 26 anos, e defendeu a ampliação do debate para ouvir as necessidades das comunidades.

Alana Vasconcelos, coordenadora‑geral do Grupo Gestor, explicou que a apresentação também teve por objetivo informar instituições e órgãos de fiscalização sobre o cronograma e as próximas etapas, entre elas a realização de audiências públicas.

O procurador de Justiça e ouvidor do Ministério Público de Sergipe, Eduardo Matos, afirmou ser necessária a atualização do instrumento diante de desafios atuais, como as mudanças climáticas, e defendeu a inclusão de grupos que historicamente tiveram menor participação.

Andress Amadeus, pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da OAB/SE, destacou a importância de uma comunicação acessível para que as informações sejam compreendidas por diferentes públicos. A defensora pública Mariana Belchior apontou prioridades como mobilidade, prevenção de enchentes e garantia de moradia digna para quem está em maior vulnerabilidade.

O processo seguirá conforme o cronograma, com ações de mobilização nos bairros e realização de audiências públicas para garantir a participação da população.

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