A Operação Amparo prendeu um investigado em Manaus em 6 de agosto de 2026 sob suspeita de divulgação e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As apurações partiram de relatórios do NCMEC vinculados ao Caso Rapina.
A Operação Amparo foi deflagrada em Manaus no dia 6 de agosto de 2026 para apurar crimes de exploração sexual infantojuvenil na internet. Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva contra um investigado na residência dele.
As investigações tiveram início a partir da análise de relatórios do National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), no âmbito do chamado Caso Rapina, que apontaram atividade vinculada a contas em redes sociais.
Foram identificados indícios de aquisição e de armazenamento de arquivos contendo imagens e vídeos ilícitos supostamente vinculados ao usuário investigado, em um período que abrange 2018-2026.
A instituição responsável observou que, embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”.
A Polícia Federal reforçou a importância da prevenção e orientou pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, manter diálogo aberto sobre segurança digital e incentivar a comunicação de situações suspeitas.
O mandado de prisão preventiva foi cumprido na residência do investigado. As investigações prosseguem.






















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